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Estou vivo, camarada

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Sou apenas um comum humano Sozinho? Sem força para nada. Minha realidade amada: Um mundo que não seja insano. Mas minhas vestes estão queimadas Pois só, deixaram-me os decanos. Elas, queimadas pelo engano Mostram-me, pois, a vida nublada.  Mantenho-me neste oceano Estou vivo: é dura jornada Estou certo - eu não me engano: Vivo estou, pela derrocada Desse sistema mais desumano Vivo ficarei, oh, camarada. 

O Mal do Capital

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Sonhos que me prometeram antes Mas sem falar-me do vil capital Sonhos difíceis, devido ao mal Sonhos que não seriam faltantes. Trabalho e moradia legal Básico, para seres pensantes No capital, não são, pois, constantes Mas nós queremos que seja; tal qual. Precisamos perceber farsantes, Dizem-se donos da boa moral Mas escravizam-nos, divagantes. É preciso ruir o capital! Pois que façamos nossos levantes E que sejamos livres no real.

O Sol Frio

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O Sol Frio nasce deslumbrante Com sua escuridão a raiar Não sabe-se quando vai, pois, chegar O dia que vocês se encantem. Eu entendo, e passo a pensar E compreendo sim, não obstante, Que se estamos, nós, rastejantes, É pelo sistema nos algemar. Mas chegará o dia brilhante Que nossas algemas vamos quebrar E tomaremos nosso montante. Um novo país iremos fundar Com sistema muito cativante E poderemos voltar a andar.

Inimigos do Povo

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Viva a classe trabalhadora Inimigos do povo existem E estão infiltrados na classe E falam como se importassem Com nossas dores que, pois, persistem. Trabalhadores: juntos, enlace, Nossas ideias sempre resistem! Os inimigos, então, assistem Nós desmascaramo-los num passe! A burguesia: ela avistem, É nossa inimiga de classe Sois trabalhadores que resistem! Se, então, ela, a nós, chegasse Que suas palavras não enganem Pois o mundo é nosso! Que trace!