quarta-feira, 17 de junho de 2015

Céu estrelado

 
 
Olhe para o céu de noite
Sem essas luzes urbanas

Simplicidade
Humildade
Fraternidade

Calor
Amor
Ardor

E vem o sono
O vento
O conforto
O sonho 

E eu voo 
Vou até Andrômeda
Vou até os quasares, nos confins do universo

E de lá eu observo
E sinto que lá é meu lugar
Mas preciso voltar.

Viajar
Teletransportar.

O corpo físico é pesado
Mas preciso dele por hora. 

Preciso fazer alguma coisa aqui, 
Sei que preciso: o dever me chama. 

Acordo, 
Ainda a noite tão bela, 
Sem essas luzes urbanas, lá estão as estrelas

Brilhante
Cintilante
Abismante

Queria ficar te observando, estrela
Mas preciso voltar a dormir: o dever me chama.

Venha o sono, 
O conforto.

Acordo,
O dever me chama.

Amo meus amigos
Amo meus conhecidos
Amo a tudo e a todos

Mas meu corpo físico
(E talvez a sociedade)
Não deixam eu expressar esse tão grande amor

Calor
Ardor
Expande

E preciso estudar Lagrange
Até mais, boa noite.
 

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